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08 de março de 2018 às 09h50

Dia das Mulheres, livres, sonhadoras e guerreiras

Em 2018, o Dia Internacional da Mulher completa 110 anos da sua primeira celebração. Cerca de 1.500 mulheres foram às ruas nos Estados Unidos protestarem em prol da igualdade econômica e política no país. Três anos depois, um incêndio em uma fábrica têxtil em Nova York que matou cerca de 130 mulheres fez a luta se intensificar.

 

De lá para cá, a luta para que a mulher tenha seu reconhecimento enquanto cidadã tem se intensificado. Elas estão cada vez mais engajadas, não apenas relacionadas ao trabalho e ao movimento sindical, mas marcam presença em diversas lutas como contra o racismo, nas causas LGBT e contra a violência doméstica.

 

A Assistente Operacional C da Cesan, Cristiane Oliveira do Carmo, entende muito bem que as mulheres não devem se dar por vencidas e lutar cada dia mais. Ela um dia já foi vítima de discriminação em local de trabalho, mas superou graças a sua luta e persistência. “Ainda hoje vemos muitos casos de discriminação acontecendo, seja no trabalho, numa roda de amigos, na fila de um banco... A luta por direitos iguais não tem que ser apenas da mulher, porque uma sociedade justa e igualitária é interessante para todos nós”, afirmou.

Cristiane Oliveira do Carmo fala sobre o Dia Internacional da Mulher

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Assistente Social Wanusa dos Santos compartilha desta mensagem. Ela compreende que as mulheres têm avançado bastante, que venceram diversos obstáculos e ainda dá a “receita” para que o movimento feminino cresça ainda mais:

Wanusa dos Santos fala sobre o Dia Internacional da Mulher

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

“Somente com a participação ativa e organizada das mulheres será possível ter uma sociedade mais justa, em que mulheres não sejam submetidas às mais variadas formas de violência. A palavra de ordem atual é respeito às diferenças, e por isso é fundamental que nós possamos ocupar mais espaços nas lutas sociais, como nas causas sociais LGBT, contra o racismo e intolerância religiosa, por exemplo”.

 

O dia 08 de março é um marco na história de vida das mulheres, livres, sonhadoras e guerreiras, que lutam bravamente e vencem paradigmas todos os dias. Por fim, o Sindaema está de acordo com a trabalhadora Cristiane: “As mulheres não vão se vender, nem nos sucumbir ao sistema!”.

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O SINDAEMA


O Sindicato dos Trabalhadores em Àgua, Esgoto e Meio Ambiente do Espírito Santo completou 50 anos de história em 2013. Possui cerca de 2 mil associados – são trabalhadores da Cesan e dos Saaes, Serviços Municipais de Água e Esgoto. Sua sede está localizada no Bairro do Moscoso, em Vitória.